Em Alagoas, projeto combate o trabalho infantil na colheita de mariscos

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13/03/2018|

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Notícia originalmente publicada no site do MPT-19ª Região

“Qualificação da Cadeia Produtiva do Sururu”. Este é nome do projeto recém-lançado pelas Ongs Visão Mundial, Centro de Educação Ambiental São Bartolomeu e Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS), com apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas.

A iniciativa pretende estruturar a atividade da produção do sururu desenvolvida por marisqueiras da Orla Lagunar de Maceió.

Marisqueiras em Alagoas. (Crédito: Divulgação MPT/AL)

Marisqueiras em Alagoas.
(Crédito: Divulgação MPT/AL)

O projeto tem o objetivo de promover a inclusão socioeconômica e o trabalho decente na comunidade, além de combater o trabalho infantil na região – uma das mais afetadas pela exploração de crianças e adolescentes na capital.

“O foco é capacitar e estruturar as marisqueiras para que elas exerçam seu labor de forma adequada e organizada. Será agregado valor ao sururu e, ao mesmo tempo, com a melhoria da condição de vida das famílias, suas crianças ficarão longe do trabalho infantil”, afirma a juíza Virgínia Andrade.

Entenda a proposta

O projeto “Qualificação da Cadeia Produtiva do Sururu” deve beneficiar, inicialmente, cerca de 50 mulheres que trabalham às margens da Lagoa Mundaú com a construção de um modelo piloto de gestão, processamento, aproveitamento de resíduos e comercialização do molusco.

O projeto ainda contará com oficinas de capacitação, seções educativas com crianças e adolescentes no contra turno escolar, consultoria para o correto processamento do sururu e aproveitamento dos resíduos.

Confira os detalhes do acordo judicial firmado em Alagoas na matéria publicada no site do MPT-AL 

Abaixo, relembre a reportagem especial do programa Câmera Record sobre o trabalho precoce de crianças e adolescentes na produção do sururu.

 

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